Divida a quadra em duas com uma linha de uma cesta à outra. O lado onde está a bola é o lado forte. O outro é o lado da ajuda, e os dois ou três defensores que estão ali já não marcam de verdade o seu homem. Eles marcam o aro, com um olho no jogador pelo qual são responsáveis.
A posição que se ensina a eles é bola-você-homem: fique de um jeito que dê para apontar uma mão para a bola e a outra para o seu homem sem virar a cabeça.
Algumas comissões técnicas dizem lado da ajuda e outras lado fraco. Significa a mesma coisa. O que importa é se o seu time sabe o quanto deve entrar para dentro, e essa é outra instrução.
Por que os técnicos usam
Porque um defensor não consegue parar uma infiltração sozinho, e quem consegue chegar a tempo é quem não tem nada urgente para fazer. O lado da ajuda é onde a defesa guarda os seus corpos sobrando.
A referência que a maioria dos ginásios usa para ensinar é a linha central, às vezes chamada de “o I”: o meio da quadra de aro a aro. Os defensores do lado oposto aprendem que precisam ter pelo menos um pé dentro dela. Isso os deixa perto o bastante para ajudar e longe o bastante para serem vistos, e esse é todo o equilíbrio.
A ajuda antecipada funciona porque dá para blefar com ela. A ajuda atrasada não, porque quando você chega só sobra fazer falta.
Como atacar
- Obrigue a escolher. Uma infiltração para um lado com um bloqueio para o outro é a armadilha. Hammer e Chin foram construídos para que o defensor que ajuda seja o mesmo que depois precisa fazer closeout atravessando a quadra.
- Skip pass. Um skip pass percorre mais distância do que um defensor do lado da ajuda consegue correr.
- Suba do canto. Um arremessador no canto que sobe para a ala tira o seu defensor da linha central e enfraquece a ajuda antes de você infiltrar.