A parada em um tempo é uma parada com os dois pés ao mesmo tempo. O jogador dá um pequeno salto ao sair de um drible ou de uma corrida e aterrissa com os dois pés juntos, mais ou menos na largura dos ombros, joelhos flexionados, peito erguido e bola firme junto ao peito. A alternativa é a parada em dois tempos: um pé, depois o outro.
Por que os técnicos usam
Porque um jogador que consegue parar com controle ainda pode fazer alguma coisa. Um jogador que freia escorregando num pé só precisa andar, cair ou jogar a bola fora. A parada em um tempo deixa ele parar no meio do trânsito, olhar, girar e passar, e é a base da bandeja de força, que termina a partir dessa mesma aterrissagem com os dois pés.
Também é a aterrissagem mais segura. Os aquecimentos de prevenção de lesões por trás do FIFA 11+ ensinam aterrissagens com os dois pés que são suaves, na ponta dos pés, com quadris e joelhos flexionados e sem os joelhos caírem para dentro. Uma boa parada em um tempo é a mesma aterrissagem com bola.
Como se faz
- Salto pequeno. O Basketball For Coaches dá a dica direto: não salte alto.
- Aterrisse junto. Os dois pés ao mesmo tempo, joelhos flexionados, cabeça erguida.
- Proteja a bola. No peito ou no quadril, cotovelos para fora.
- Depois gire. Escolha um pé de pivô e mantenha no chão.
Como uma parada é julgada, e qual pé pode girar depois, depende de como o jogador aterrissa e do regulamento da sua liga, então confira a regra de andada que vocês usam.
Para os menores, sinal vermelho, sinal verde ensina a parada como brincadeira. Os exercícios parada, giro e passe e giro nos quatro cantos acrescentam o giro e o passe.